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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

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domingo, 31 de agosto de 2014

Aécio e Marina no segundo turno e a cérebro baldio Dilma internada

ENTREVISTA: Com Aécio presidente, a economia brasileira voltará a correr. 
Quem diz é Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e coordenador econômico da campanha tucana 
 CONFIANÇA E COMPETIÇÃO
O ex-presidente do Banco Central e futuro ministro da Fazenda, no caso de uma vitória de Aécio Neves nas eleições, traça seu projeto para dar um novo ímpeto à economia brasileira
[é preciso focar no resultado melhor para o Brasil no primeiro turno das eleições 2014 e se concretizará com a vitória de Marina com Aécio segundo colocado.
É preciso notar que quem está perdendo cada vez mais espaço - já não é mais a vencedora de um segundo turno  e tudo indica não será a primeira colocada no primeiro embate - é a Dilma.
É ela, o PT e a petralhada que precisamos abater no primeiro turno - Marina perde para Aécio no segundo, especialmente que as contradições de Marina (hoje ela pensa diferente de ontem e amanhã já é contra o que pensou hoje sem voltar ao que pensava ontem) impedem que ela consiga formar uma base parlamentar. Sem base parlamentar,  Marina não governo o que já a impede - para felicidade do Brasil e dos brasileiros, incluindo os eleitores da Marina - de fazer bobagens.
Marina vai estar no segundo turno, sem ser maioria no partido que a abrigou.] 
Como ministro da Fazenda caso Aécio Neves seja eleito, Armínio Fraga pretende tirar o país “dessa UTI de subsídios e proteções” (Foto: Antonio Milena)

Se o senador mineiro Aécio Neves conseguir vencer as próximas elei­ções para presidente da República, um integrante de peso de seu futuro governo já é certo. Será o ministro da Fazenda, o economista Armínio Fraga, que no comando do Banco Central foi o responsável por restabelecer a confiança na economia brasileira depois da desvalorização cambial de 1999.

Aos 57 anos, Fraga coordena a área econômica do candidato do PSDB. Os eixos do programa se amparam em resgatar a previsibilidade e a transparência na condução da economia, combatendo a inflação e o inchaço do setor público, ao mesmo tempo em que as reformas estruturais serão promovidas. Diz Armínio Fraga: “O Brasil foi colocado em uma trajetória populista, com resultados desastrosos e previsíveis”.

Quais são as evidências de que estamos entrando em uma tempestade na economia?
A opção feita no segundo mandato do Lula por um modelo com ênfase no incentivo ao consumo e na participação elevada do setor público na economia já se esgotou. Funcionou por algum tempo, graças em parte a um cenário externo favorável. Não houve, entretanto, sucesso em aumentar o investimento, que permanece baixo em relação ao tamanho da economia, nem a produtividade, que tem crescido pouco.

O engajamento do governo com o setor privado consiste cada vez mais de soluções improvisadas que não dão conta do recado. Temos uma infraestrutura totalmente desgastada e inadequada. O sistema tributário é extremamente custoso para as empresas, cheio de problemas. A qualidade da educação não vem melhorando em ritmo adequado. Por fim, a macroeconomia também foi desajustada. A inflação está alta, mesmo com o represamento de preços, e a situação fiscal é opaca e vem se deteriorando.

Quais são os sintomas da ineficiência da atual política econômica?
O Brasil foi colocado em uma trajetória populista, com resultados desastrosos e previsíveis. Essa aposta errada parte de uma teoria antiquada, que tinha alguma importância até os anos 1970, mas que se mostrou equivocada. Os sintomas são diversos e tradicionais, com destaque para o crescimento cada vez mais baixo.

Para termos um parâmetro, durante o governo Fernando Henrique o avanço do PIB brasileiro foi similar ao da América Latina. Nos anos Lula, o crescimento médio foi também parecido com o da América Latina. Agora, com Dilma, vamos crescer 2 pontos porcentuais por ano, abaixo do avanço médio até dos países vizinhos

Fonte: Blog Ricardo Setti 
http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/entrevista-com-aecio-presidente-a-economia-brasileira-voltara-a-correr-quem-diz-e-arminio-fraga-ex-presidente-do-banco-central-e-coordenador-economico-da-campanha-tucana/#more-498528
 

As Bolsas Plebiscito de Dilma e Marina x bolivarianismo x cesarismo plebiscitário

Marina Silva merece todos os aplausos. Anunciou em seu programa o que pretende fazer se for eleita. Ela quer criar uma "democracia de alta intensidade". O que é isso, não se sabe. Lendo-a vê-se que, sob o guarda-chuva de uma expressão bonita “democracia direta” — deseja uma nova ordem constitucional.

Apontando mazelas do sistema eleitoral vigente, propõe outro, plebiscitário, com coisas assim: “Os instrumentos de participação — mecanismos de participação da democracia representativa, como plebiscitos e consultas populares, conselhos sociais ou de gestão de políticas públicas, orçamento democrático, conferências temáticas e de segmentos específicos — se destinam a melhorar a qualidade da democracia”.  Marina parte da premissa de que “o atual modelo de democracia (está) em evidente crise". Falta provar que esteja em crise evidente uma democracia na qual elegeu-se senadora, foi ministra e, em poucas semanas, tornou-se virtual favorita numa eleição presidencial.

Ela diz que nesse país em crise “a representação não se dá de forma equilibrada, excluindo grupos inteiros de cidadãos, como indígenas, negros, quilombolas e mulheres”. Isso numa eleição que, hoje, as duas favoritas são mulheres, uma delas autodefinida como negra. Marina quer “democratizar a democracia”. O jogo de palavras é belo, mas é sempre bom lembrar que na noite de 13 de dezembro de 1968, quando os ministros do marechal Costa e Silva aprovaram a edição do Ato Institucional nº 5, a democracia foi exaltada 19 vezes. Deu numa ditadura de dez anos e 18 dias. A candidata, com sua biografia, é produto da ordem democrática. Ela nunca a ofendeu, mas seu programa vê no Congresso um estorvo. Se o PT apresentasse um programa desses, a doutora Dilma seria crucificada de cabeça para baixo.

Marina não está sozinha com seu projeto de reestruturação plebiscitária. Durante o debate da Band, Aécio Neves criticou a proposta de Dilma de realizar uma reforma política por meio de um plebiscito, rotulando-a de “bolivariana”, numa alusão às mudanças de Hugo Chávez na Venezuela. Ela respondeu o seguinte: “Se plebiscitos forem instrumentos bolivarianos, então a Califórnia pratica o bolivarianismo”. Que todos os santos de Roma e África protejam a doutora. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Desde janeiro de 2010, a Califórnia fez 338 plebiscitos e aprovou 112 iniciativas. O mais famoso deles ocorreu em 1978 e tratava do congelamento do imposto sobre propriedades, associado à exigência de dois terços das assembleias estaduais para aprovar aumento de impostos.

Tratava-se de responder “sim” ou “não”. Deu 65% a 35% e atribui-se a esse episódio um dos maiores sinais do renascimento do conservadorismo americano (em 1980-1981 Ronald Reagan foi eleito presidente dos Estados Unidos.) No Brasil já se realizaram três grandes plebiscitos. Em 1963 e 1993, o povo escolheu entre parlamentarismo e presidencialismo. Ganhou o presidencialismo. Em 2005, a urna perguntava: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil? O “não” teve 64% dos votos.
A sério, um plebiscito é simples: “sim” ou “não”? “Parlamentarismo” ou “presidencialismo”? Essa é uma prática da democracia direta, porque é simples.

A proposta de encaminhamento plebiscitário de uma reforma política só não é bolivariana porque vem a ser um truque muito mais velho que a bagunça venezuelana. Em 1934, Benito Mussolini fez a reforma política dos sonhos dos comissariados. Os eleitores recebiam uma lista de nomes com a composição do Parlamento e podiam votar “sim” ou “não”. Il Duce levou por 99,84% a 0,15%.

A República brasileira não está em crise, pelo contrário. Seus poderes Executivo e Legislativo serão renovados numa eleição em que Marina vê vícios profundos, ainda que não os veja na possibilidade de ser eleita. Sua proposta de reordenamento do Estado pode encarnar a vontade do eleitorado mas, na melhor das hipóteses, dá em nada. Na pior, em cesarismo plebiscitário.

Elio Gaspari, jornalista



Está ruim para Aécio - mas quem está no poder é o PT, o que é pior para o Brasil - vale qualquer sacrificio para derrotar o PT

Datafolha: é ruim para Aécio? É! Mas quem está no poder é o PT. Nesse caso, é pior. E o partido está fazendo tudo errado

Pois é… Segundo o Datafolha, e acredito que os números possam estar, quando menos, próximos da realidade, Dilma Rousseff, do PT, e Marina Silva, da Rede (mas aboletada no PSB), têm 34% das intenções de voto no primeiro turno. Aécio Neves, do PSDB, aparece em terceiro lugar, com 15%. Nas simulações de segundo turno, a ex-senadora e ex-petista vence a presidente por 50% a 40%. A diferença entre Dilma e Aécio segue de oito pontos apenas: 47% a 39% em favor de Dilma há duas semanas; 48% a 40% agora.

Vejam que coisa: nem nos melhores sonhos do PSDB, imaginava-se que Aécio pudesse ter, a esta altura, no segundo turno, apenas 8 pontos de diferença em relação a Dilma. Chamo a atenção para esse aspecto por dois motivos: – oito pontos de diferença, numa disputa binária, entre A e B, podem ser apenas quatro; – oito pontos de diferença, apesar da máquina oficial e da demonização permanente dos tucanos, seriam uma verdadeira bênção.

Ocorre que existe um primeiro turno no caminho, tanto quanto existia uma pedra à frente do mineiro Carlos Drummond de Andrade. E é evidente que a situação é muito difícil.  Marina se tornou a caudatária dos votos que já tinha no último Datafolha em que seu nome apareceu, antes da definição do nome de Eduardo Campos, tinha 27% —, da comoção gerada pela morte de Eduardo Campos e da crescente repulsa ao governo Dilma, que, parece-me, é superior ao que captam as pesquisas.

Há um enfado óbvio com “tudo isso o que está aí”. Em primeiro lugar, rejeita-se é o petismo mesmo, com todas as suas fraudes contra os fatos e contra o óbvio. Em segundo lugar, mas não menos importante, temos a rejeição à política. Há, acrescente-se, a estupidez petista e o desastre da ideia fixa. O petismo está preparado para enfrentar os tucanos; para satanizá-los; para desqualificá-los; para transformá-los na morada de todo o mal. Mas não tem repertório para enfrentar Marina Silva. A cada vez que Dilma Rousseff ataca o PSDB e FHC, o que faz é reforçar o discurso de Marina Silva. É de tal sorte estúpido que, nos dias atuais, o PT se dedique a atacar Aécio e o PSDB que me pergunto se essa gente continua com seus meridianos ajustados.

Os idiotas da objetividade do PT podem achar que enfrentar uma Marina no segundo turno pode ser melhor do que enfrentar um Aécio porque, afinal, ela terá menos estrutura e menos aliados. É só manifestação de ignorância. Deveriam se lembrar da fala de Walker, do filme “Queimada”, de Gillo Pontecorvo: fogo não atravessa o mar, mas ideias, sim. Marina encarna uma abstração, um valor, não uma proposta objetiva de mudança. E isso quer dizer que seu poder de contaminação é muito maior.

Mas os petistas são reféns de suas ideias fixas, de suas taras. Se não mudarem o rumo da prosa, Dilma, reitero, pode começar a fazer as malas. O mais impressionante: o PT não perderá, nesse caso, a eleição para as propostas objetivas do PSDB, mas para as ideias etéreas de Marina, que atravessam mares. Ainda que não tenham a menor importância.

O Datafolha é ruim para Aécio? É. Mas quem está no poder é o PT. Nesse caso, é pior! E o partido está fazendo tudo errado! 

Por: Reinaldo Azevedo

Terror do Estado Islâmico ameaça acabar com idioma de Jesus Cristo

Terror do EI ameaça acabar com idioma de Jesus Cristo

Não só os cristãos iraquianos estão correndo risco de vida. 

O aramaico falado por parte deles, uma das línguas vivas mais antigas do mundo, corre sério risco de desaparecer, vítima da insanidade irracional dos extremistas sunitas

O violento avanço dos terroristas do Estado Islâmico (EI) está ceifando não apenas a vida dos iraquianos, mas também bens culturais. Um idioma ameaçado pela insanidade assassina dos jihadistas é o aramaico. O Iraque tem uma população de cerca de 20.000 pessoas, majoritariamente cristãos, que ainda falam o neo-aramaico assírio, evolução da língua usada por Jesus Cristo há mais de 2.000 anos. O prestigiado linguista americano Ken Hale certa vez afirmou que o prejuízo causado pela extinção de uma língua equivale à detonação de uma bomba no museu do Louvre. Em outras palavras, a morte de um idioma significa também o desaparecimento de um sistema cultural inteiro, com seus padrões de pensamento, oralidade, musicalidade e narração histórica.

Segunda as últimas estimativas disponíveis, ainda da década de 1990, portanto antes da Guerra do Iraque e da tensa ocupação americana, a população falante de aramaico no mundo era de 500.000 pessoas – sendo que metade vivia no norte iraquiano. Hoje os especialistas são unânimes em afirmar que a sondagem da década de 1990 era um exagero e que o quadro atual é desanimador. Estima-se que haja no mundo todo apenas 30.000 pessoas que falam aramaico, sendo que dois terços são iraquianos que habitam o norte do país.

A situação do aramaico ficou ainda mais delicada após a queda das cidades de Mosul, Qaraqush, Tel Kepe e Karamlesh, invadidas pelos jihadistas sunitas. Localizadas na província de Nínive, no norte do país, nessas cidades e em pequenas vilas próximas delas, estavam as únicas escolas primárias e secundárias de aramaico do Oriente Médio, que foram abandonadas às pressas. Segundo os especialistas, a existência de escolas regulares é uma condição sine qua non para a perpetuação de uma língua. 

Sem as instituições de ensino, a língua fica restrita somente a sua forma oral e enclausurada no ambiente familiar. Com isso, o idioma vai perdendo força rapidamente, podendo sumir em poucas gerações. Fugindo da morte, os cristãos falantes de aramaico dispersaram-se pela região. Os sobreviventes se refugiaram no Curdistão e umas poucas famílias mais abastadas foram para a Turquia. “Há cada vez menos crianças falando a língua. É uma queda considerável para uma língua que já foi universal”, atesta Ross Perlin, diretor da fundação Endangered Language Alliance, que estuda e tenta preservar idiomas ameaçados de extinção.

Segundo o professor Steve Fassberg, especialista em aramaico da Universidade Hebraica de Jerusalém, o desaparecimento do idioma seria particularmente prejudicial para aqueles que, como ele, estudam o cristianismo primitivo e o desenvolvimento do pensamento cristão após a fundação da Igreja Católica. A morte do aramaico atrapalharia também o estudo de outras línguas e dialetos semitas que são pouco falados ou já foram extintos no Oriente Médio, Norte da África e Ásia Menor. Ross Perlin lembra que o aramaico foi extremamente relevante ao longo da história. “O aramaico era o inglês da sua época, era a língua franca falada do Egito à Índia”, explica.

Língua de Jesus – De acordo com os especialistas ouvidos pelo site de VEJA, a língua materna de Jesus que também falava hebraicoera o aramaico, idioma que deixou marcas no Novo Testamento. Originalmente escrito em grego koiné (versão arcaica do grego), os livros que compõe a segunda parte da Bíblia cristã contêm palavras em aramaico ou derivadas do idioma de Jesus. Em uma passagem marcante do Evangelho de Mateus (27:46), por exemplo, Jesus, pregado na cruz, indaga: ‘Eli, Eli, lamá sabactâni?’ (Meu Deus, meu Deus, por que me desamparaste?). As palavras em aramaico resistem em muitas traduções atuais da Bíblia, inclusive em português.

Porém, como as línguas evoluem ao longo dos anos, o aramaico que Jesus falou não soaria como o aramaico falado hoje, conhecido pelos linguistas pela denominação de neo-aramaico assírio. “A linguagem se desenvolveu ao longo dos últimos dois mil anos e também foi influenciada pelo vocabulário de línguas muito próximas geograficamente, como o árabe, o turco e o persa”, explica Fassberg. Em 2004, o filme A Paixão de Cristo, uma sanguinolenta versão do astro hollywoodiano Mel Gibson para a via-crúcis, teve os diálogos em aramaico. Mas a empreitada atraiu críticas de linguistas e historiadores puristas justamente por levar à tela a versão moderna do idioma.

História – Com uma história que remonta há mais de 3.000 anos, a língua aramaica era falada por povos nômades que vagavam numa área que hoje é o território da Síria. Depois, o idioma se popularizou no Oriente Médio por ser a língua oficial do Império Assírio, um dos mais importantes da antiguidade, que dominou a região entre 2000 a.C. e 600 a.C.. Muitos séculos depois, no ano 4 a.C., o macedônio Alexandre, o Grande, conseguiu impor o idioma grego como língua oficial dos territórios que comandava – terras dos Balcãs, na Europa, à Índia, incluindo Egito, Mesopotâmia, Pérsia e outras regiões do Oriente Médio. Mesmo perdendo o status de idioma oficial, o aramaico sobreviveu e prosperou.

Na época de Jesus Cristo, o aramaico era uma das línguas mais faladas da região, junto com o hebraico e o grego koiné. Depois, com o aparecimento da língua árabe (por volta do século IV) e, sobretudo, com a ascensão do islamismo (no século VII), o idioma começou a perder força. Especialistas apontam que o aramaico perdeu relevância ao longo dos séculos porque não era associado diretamente a nenhuma religião e a nenhum império. Os impérios e califados islâmicos disseminaram a língua do Corão, o árabe; o Império Romano adotou o catolicismo como religião oficial e disseminou o latim, que por séculos ficou identificado como a língua dos católicos.

A perseguição dos terroristas do EI não é a primeira investida violenta contra os iraquianos católicos falantes de aramaico.
Entre 1986 e 1989, o governo liderado por Saddam Hussein destruiu mais de 4.000 vilas de curdos, católicos e outras minorias no norte do país, numa tentativa de “arabizar” o Iraque. O ataque às minorias foi interrompido pela primeira Guerra do Golfo, em 1990. A criação da região autônoma do Curdistão, em 1992, representou um alento para as minorias, pois a região no norte do país passou a ser a mais segura, tolerante e próspera do Iraque.


Há no meio acadêmico especializado um debate sobre como chamar a língua em sua versão atual, de neo-aramaico assírio, siríaco ou apenas aramaico. De maneira geral, os linguistas tendem a se referir à linguagem falada como neo-aramaico e à escrita como siríaco. Porém, independentemente do nome, todos estão de acordo sobre o seu inestimável significado cultural e sobre a necessidade de preservá-la. Qualquer tentativa nesse sentido, contudo, dependerá do combate ao Estado Islâmico, que persegue com brutalidade seu plano de instalar um califado nos territórios da Síria e do Iraque pelos quais avança.

Fonte: Revista VEJA



 

Gilmar Mendes acusa TSE de mudar a jurisprudência para prejudicar Arruda

Pedido do MPE para a Justiça barrar candidatura de Arruda está no TSE  
Candidato vai às ruas mesmo depois de o procurador-geral eleitoral pedir para que o Tribunal Superior Eleitoral suspenda a participação dele na corrida
Está nas mãos do ministro Gilmar Mendes, presidente em exercício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o pedido do Ministério Público Eleitoral para a Justiça determine a suspensão de todos os atos de campanha de José Roberto Arruda (PR). Na noite da última quarta-feira, o procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, pediu à Corte que proíba a participação do ex-governador na corrida eleitoral e vete a aparição do candidato do PR na propaganda de tevê e de rádio. O presidente do TSE, Dias Toffoli, está no México até a próxima segunda-feira. Por isso, Gilmar poderá analisar o caso nos próximos dias.

O ministro Gilmar Mendes votou pela concessão do registro da candidatura de Arruda e foi vencido pelos demais colegas do plenário do TSE na madrugada de terça-feira. No dia seguinte, considerou a decisão contra Arruda típica de um “tribunal nazista” por supostamente ter mudado a jurisprudência eleitoral para prejudicar o candidato. Por isso, é grande a expectativa na campanha de Arruda que a decisão, caso seja tomada nos próximos dias, seja pela continuidade da campanha.

O procurador-geral eleitoral pediu a suspensão da campanha de Arruda
logo depois da publicação do teor do julgamento que barrou a candidatura do ex-governador. O TSE negou o recurso da defesa e manteve o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, que no último dia 12 vetou a candidatura de Arruda com base na Lei da Ficha Limpa.


O representante do PR apresentou o pedido de registro em 4 de julho e, cinco dias depois, ele foi condenado em segunda instância por improbidade administrativa. A defesa alega que Arruda está elegível para o próximo pleito porque a decisão da 2ª Turma Cível ocorreu quando a documentação da candidatura já havia sido protocolada. Os advogados de Arruda vão recorrer ao TSE e, em seguida, ao Supremo Tribunal Federal.



 Fonte: Correio Web


 

Arruda aposta em decisão do STJ para tentar continuar na campanha

Depois de duas derrotas consecutivas na Justiça Eleitoral, o ex-governador José Roberto Arruda (PR) aposta em uma decisão favorável no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para continuar na disputa pelo Palácio do Buriti
Advogados do candidato José Roberto Arruda (PR) recorreram mais uma vez ao STJ na tentativa de anular a condenação por improbidade administrativa. Essa decisão enquadrou Arruda na Lei da Ficha Limpa e levou à rejeição de sua candidatura, se revertida, pode, na avaliação da defesa, devolver os direitos políticos ao ex-governador, que ficaria assim livre para concorrer.

A defesa de José Roberto Arruda entrou ontem com a medida cautelar 23.180, que foi distribuída ao ministro Napoleão Nunes Maia Filho. Ele será o relator do processo. Nessa ação protocolada no STJ, os advogados do ex-governador reclamam que haveria uma lentidão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal na análise de recursos contra a condenação de Arruda. A defesa apresentou embargos de declaração ao TJ para contestar a condenação da 2ª Turma Cível por improbidade administrativa, proferida em 9 de julho. Até agora, o recurso ainda não foi analisado pela Corte do DF.

Demora
O advogado de Arruda, Edson Smaniotto, reclama da demora. “Esses embargos não estão sendo processados com a celeridade que a gente imaginava. Em favor do Ministério Público, houve uma agilidade muito grande no processo. Depois da condenação e da impugnação do registro, parece que aquela pressa inicial deixou de existir. Estamos levando essa ponderação ao STJ”, explica Smaniotto.

Em dezembro do ano passado, o ex-governador e a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN) foram condenados em primeira instância por improbidade administrativa. Segundo a acusação, a parlamentar e o marido dela, Manoel Neto, teriam recebido dinheiro de Durval Barbosa a mando de Arruda. Em junho deste ano, seis meses depois da decisão de primeiro grau, foi marcado o julgamento em segunda instância, que seria realizado pela 2ª Turma Cível. Mas a defesa de Arruda recorreu ao STJ com o argumento de que o juiz responsável pela primeira condenação, Álvaro Ciarlini, seria suspeito para apreciar processos relacionados à Operação Caixa de Pandora. 


Fonte: Correio Braziliense


 

Marina escarra homossexuais - no Brasil, apesar do PT, ainda impera a moral, os bons costumes e a vergonha da pouca vergonha e não pode apoiar, menos ainda tolerar, o homossexualismomo

Pressionada por religiosos, Marina muda suas propostas para homossexuais

A candidata do PSB havia declarado apoio à criminalização da homofobia e à adoção de crianças por casais do mesmo sexo
Pressionada por grupos conservadores e evangélicos, a candidata do Partido Socialista Brasileiro (PSB) à presidência, Marina Silva, mudou o seu programa de governo voltado para a comunidade homossexual. Menos de 24 horas após lançar as diretrizes da campanha eleitoral, o partido informou à imprensa que houve uma “falha processual na editoração” do documento.


Conforme o comunicado dos socialistas, o trecho do programa que trata das questões das lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros “não contempla a mediação entre os diversos pensamentos que se dispuseram a contribuir para sua formulação e os posicionamentos de Eduardo Campos e Marina Silva a respeito da definição de políticas para a população LGBT”.

Marina é evangélica da igreja Assembleia de Deus e, conforme a última pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira, lidera entre os que têm essa preferência religiosa. O mesmo levantamento mostra que ela seria eleita presidenta no segundo turno, se as eleições fossem hoje. Declarado apoiador do Pastor Everaldo (PSC) para a presidência, o líder da igreja neopentecostal Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia criticou veementemente a proposta de Marina por meio de sua conta no Twitter, que tem 774.041 seguidores. “O programa de governo de Marina é uma defesa vergonhosa da agenda gay”, reclamou Malafaia.

Assim como ele, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB do Rio de Janeiro), também reclamou das propostas da ex-senadora dizendo, também na rede social, que os posicionamentos eram “contrários à família”. Cunha é um dos principais membros da bancada evangélica no Congresso Nacional. É um feroz defensor de causas conservadoras. Antes das alterações, o programa de Marina havia sido elogiado por defensores de causas homossexuais, como o deputado Jean Wyllys (PSOL do Rio de Janeiro) [esse deputado, eleito em 2010 com as sobras dos votos dados ao Chico Alencar, encerrará sua carreira política - dúvidas sobre se os seus fracassos podem ser chamados de "carreira política" -  em 31 de dezembro 2014.] . Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele havia dito que as propostas davam “um chega para lá no fundamentalismo religioso”. Depois das mudanças, ele reclamou pelo seu Twitter dizendo que a candidata havia brincado com a esperanças de milhões de pessoas. “Tem políticos que descumprem suas promessas de campanha depois de eleitos. Marina já fez isso mais de um mês antes do primeiro turno.”

Em um ato de campanha na Rocinha, na zona sul do Rio, Marina negou ter retificado o programa eleitoral. "Não foi uma revisão. Na verdade nós tivemos dois problemas no programa. Um em relação à questão nuclear, que era da parte Ciência e Tecnologia, uma questão que não havia sido acordada com Eduardo [Campos]. Na parte LGBT, o texto que foi para redação foi a parte apresentada pelos movimentos sociais. Todos os movimentos sociais apresentaram propostas e se contemplou tanto quanto possível as propostas", disse à imprensa. Segundo a candidata, algumas das diretrizes divulgadas na sexta-feira eram as pautas dos setores e não tinham sido aprovadas pela candidatura.
 Principais mudanças
Em sua primeira versão, o programa de Marina previa articular a votação de um projeto de lei (de número 122/06) que equipara a discriminação baseada a orientação sexual ao crime de racismo. Ou seja, criminaliza a homofobia. Com a mudança, a candidata deixará de apoiar essa proposta.  Ela desistiu também de distribuir material didático nas escolas públicas para educar as crianças e adolescentes sobre as questões de gênero sexual. Em 2011, o governo de Dilma Rousseff (PT) tentou distribuir um material com esse mesmo objetivo, mas após a reação adversa das bancadas religiosas, retirou as publicações e as inserções publicitárias de circulação. Na época, as peças produzidas pelo Ministério da Educação foram batizadas de “kit gay”.

Um outro ponto alterado no programa da socialista foi o incondicional apoio à adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo. Antes, assim pregava sua cartilha: “Eliminar obstáculos à adoção de crianças por casais homoafetivos”. Agora, ficou desta maneira: “Como nos processos de adoção interessa o bem-estar da criança que será adotada, dar tratamento igual aos casais adotantes, com todas as exigências e cuidados iguais para ambas as modalidades de união, homo ou heterossexual”. [aceitável que durante o processo de seleção casais heteros e a aberração chamada de união homossexual, recebam o mesmo tratamento, desde que, no resultado final seja negado aos gays o direito de adoção de crianças.
Tem muito gato e cachorro abandonados nas ruas, que os chamados casais gays adotem tais animais.]

A questão ambiental também foi alterada no programa. Ministra do Meio Ambiente no Governo Lula da Silva (PT) e um dos principais nomes entre os ambientalistas brasileiros, Marina propôs que a energia nuclear fosse usada como uma fonte energética para o Brasil. Também por meio de um comunicado, a campanha da candidata informou que houve um erro de revisão e que ela é contra usinas nucleares e que defenderá, caso eleita, o uso de fontes renováveis e sustentáveis, como “solar, eólica, de biomassa, geotermal, das marés, dos biocombustíveis de segunda geração".  A versão que consta do site da candidatura Marina Silva e Beto Albuquerque ainda será alterada antes de ser reimpressa, segundo a assessoria.

Fonte: El País 

Recessão e outros problemas no palanque de Dilma

A retração da economia no primeiro semestre se torna mais grave quando se constata que, no segundo trimestre, houve grande queda nos investimentos
Se fosse possível, os responsáveis pelas campanhas de Dilma e Aécio eliminariam do calendário a semana que passou. Não teriam a má notícia da lépida subida de Marina Silva na última pesquisa do Ibope, confirmada na noite de sexta pelo Datafolha. E a presidente e candidata à reeleição, em particular, escaparia do dissabor de manchar a biografia com a primeira recessão da economia brasileira desde o último trimestre de 2008
A queda de 0,6% do PIB no segundo trimestre em relação ao primeiro — quando já houve uma retração de 0,2%, numa sequência que configura a recessão — consolida, por enquanto, a expectativa do mercado de que a economia não deve conseguir crescer sequer 1% este ano. “Recessão” é termo forte, de fácil exploração política. Mas estão no palanque de Dilma vários outros problemas, nem todos de fácil entendimento, mas nem por isso menos espinhosos. A baixa confiabilidade do governo Dilma se expressa na queda de 5,3% dos investimentos, no trimestre, também calculada pelo IBGE. É nítida a postura de “esperar para ver” do empresariado neste ano eleitoral.

Há problemas semeados pelo próprio governo. Um deriva da decisão de Dilma/Mantega de manter valorizado o real, para segurar uma inflação renitente. Para isso, o Banco Central executa as tais operações de “swaps”, pelas quais oferece dólares com compromisso de recompra futura. Não gasta o dólar físico das reservas bastante altas, em mais de US$ 300 bilhões —, mas assume bilionários compromissos futuros.

O saldo líquido dessas operações, no momento, seria de US$ 90 bilhões. Tudo isso faz a alegria de especuladores, que realizam a seguinte arbitragem, em explicação simplificada: financiam-se lá fora a juros muito baixos, pegam o dólar e o vendem no “spot”; com os reais, adquirem títulos no Brasil que rendem 11% ao ano. Fazem ainda “hedge” para garantir dólares a uma determinada cotação, num determinado prazo. E toda essa ciranda quase não tem risco porque o BC evita a desvalorização do real, com os “swaps”. Consta que muitos dos bilhões que entram hoje como “investimento externo direto” de multinacionais vêm, na verdade, participar desta ciranda. Eis porque, numa economia em recessão, bilhões de dólares chegam como se fossem investimento. E cuja taxa continua baixa, em relação ao PIB (14%). 

Trata-se de uma manobra que não pode durar muito, até porque o Fed está prestes a anunciar que voltará a subir os juros nos EUA. Isso deflagrará mais uma onda de desvalorização de moedas, e o nosso BC não poderá enfrentar essa queda de braço cambial. Na verdade, os “swaps” são mais um puxadinho de política econômica. E com efeitos contraditórios: seguram artificialmente a inflação, junto com o congelamento de tarifas, mas desestimulam as exportações de manufaturados, já com dificuldade de competição por problemas de infraestrutura, burocracia, etc. Dilma e assessores devem torcer para chegar logo outubro.

sábado, 30 de agosto de 2014

Militares tratam a Com Omissão da Verdade com o deboche que todos mentirosos merecem. A tal Comissão avilta a verdade e a dignidade

A Constituição Federal e a legislação infraconstitucional garantem a qualquer acusado o direito de permanecer em silêncio e a partir do momento em que os membros da "com Omissão da Verdade" ignoram as leis brasileiras, são parciais e agem na ilegalidade, deixam de merecer qualquer consideração e respeito.

Militares mostram irritação e ironia ao depor na Comissão da Verdade

Durante interrogatório, eles dizem não ter nada a declarar e até debocham 

Depoimentos já colhidos pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) revelam a irritação dos militares em serem chamados para dar suas versões sobre casos de tortura e violência cometidos durante a ditadura. Interrogados por assessores e pesquisadores da comissão especialistas em violações cometidas entre 1964 e 1985, os depoentes também apelaram para ironia para fugir das perguntas. 

O coronel da reserva Celso Seixas Marques, que prestou depoimento no fim do ano passado, foi um dos que se irritou. Convocado por ter atuado na Guerrilha do Araguaia, ele repetiu 23 vezes a expressão “nada a declarar” quando os integrantes da comissão perguntaram, por exemplo, se ele tomou conhecimento da morte de alguns guerrilheiros do PCdoB na região. Eu gostaria que aqui estivessem presentes os membros da Comissão da Calúnia. E eu não desejo que os espirros (agentes da PF) que foram mandados à porta da minha casa, novamente apareçam. A comissão não tem autoridade para me prender, como foi dito lá, que eu seria trazido sob vara, para depoimento. Não há na comissão autoridade para isso. Eles estão inventando, tentando envenenar o brasileiro de uma maneira só, embora esta porcaria não esteja na agenda do povo brasileiro. Que nunca mais apareça a Polícia Federal na minha porta, certo? Incomodar minha mulher, meus vizinhos. Por isso eu não assinei esta porcaria. Era isso aí — declarou Marques.

Mesmo com o silêncio nas respostas, os integrantes da comissão fizeram as perguntas:
Acho que a gente poderia ler as perguntas, mesmo que ele não tenha nada a declarar e deixa registrado — disse a assessora Mariana Barreiras, que junto com pesquisador Leonardo Hidaka, ex-coordenador de projetos da CNV, conduziu as oitivas com os militares que combateram no Araguaia.[quantos "aspones" do tipo dessa "assessora" Mariana o contribuinte brasileiro está pagando para inventarem depoimentos?]

Menos resistente, o general Álvaro de Souza Pinheiro, contou mais detalhes de sua atuação no regime limitar, ainda que tenha classificado sua ida à comissão de “esdrúxula e patética”. O general da reserva disse que jamais serão encontrados os corpos dos desaparecidos. Esse negócio de dizer que enterrou, onde é que está enterrado, vão ficar procurando eternamente e não vão achar coisa nenhuma — retrucou, numa das respostas.

Numa referência sobre o guerrilheiro Osvaldo Orlando da Costa, o Osvaldão, Pinheiro mais uma vez, foi irônico: — Nosso amigo Osvaldão, quem não conheceu Osvaldão? Vocês conheceram o Osvaldão melhor do que eu. É ou não é verdade? Deve saber exatamente o dia que ele foi para o inferno, o lugar de onde nunca deveria ter saído. É ou não é verdade?

No depoimento, o general confirmou que helicópteros foram usados para transportar corpos de guerrilheiros.— A última notícia que eu tinha era um guincho, o senhor sabe o que é um guincho de um helicóptero? Muitas árvores altas, o guincho descia, o comandante da equipe normalmente preparava o corpo, porque ele tem que ser preparado, prendia com o mosquetão de escalada, fazia um gesto, ligação por rádio, subia, e nunca mais a gente ouvia falar. 

O general Pinheiro levou 13 militares para acompanhar seu testemunho. Durante todo o tempo, ele ironizou os interrogadores da comissão, com expressões como: “É moça, você está bem informada” ou “a senhora é tão simpática que eu posso até lhe dizer alguma coisa que eu não devo dizer, porque é reservado”.

Mariana Barreiras, da comissão, retrucou:— Muito simpática, como o senhor.
Não, eu não. Eu sou um grosso, casca grossa. Não fale isso para mim, porque eu não mereço.

O general Nilton Cerqueira, que ficou calado em presença recente na comissão, prestou um depoimento anterior em novembro de 2013, e, na ocasião, afirmou que comandou as operações e que ficou lá até “resolver a situação”. Ele disse que ninguém tinha ordem de eliminar, mas de combater, e que prender não era opção. — Se a ameaça vem do bandido, que está lá recebendo ordens de São Paulo, ele vai morrer. Se não atirar, ele morre — disse Cerqueira. 

O ex-sargento João Santa Cruz, que ficou três anos na região e comandou um destacamento militar, disse que o único militar que tem todas informações sobre o que ocorreu no Araguaia é o major Curió. Para Santa Cruz, as expedições da comissão na região “não vão encontrar nada”. 

Fonte: O Globo 

 

Gays se ferraram.... alegria não durou nem 24 horas... PSB "escarra" do seu programa apoio ao casamento gay e outras nojeiras

PSB retira do programa de governo apoio a aprovação do projeto do casamento civil gay

Coligação afirma que primeiro texto 'não retratava com fidelidade os resultados do processo de discussão sobre o tema'. Ontem, comando retificou uso de energia nuclear
A campanha de Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, divulgou neste sábado nota retirando o apoio à aprovação de projetos e emendas constitucionais que garantem o casamento civil homoafetivo e à articulação, no Congresso, para a votação do projeto que criminaliza a homofobia. O texto original, divulgado ontem, defendia o apoio a propostas "em defesa do casamento civil igualitário" e a aprovação de projetos de lei e emendas constitucionais que garantissem o direito a esse tipo de casamento na Constituição Federal e no Código Civil.


Na nova versão sobre o ponto do programa LGBT, o programa não defende mudanças legais e traz apenas uma linha sobre o tópico, defendendo apenas a garantia "de direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo" - que já foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal. Além disso, o novo texto não faz menção à aprovação da PLC 122/06, que criminaliza a homofobia. O texto divulgada ontem, defendia articulação no Legislativo da votação do PLC 122/06, que torna crime a discriminação baseada em orientação sexual e na identidade de gênero, equiparando-o aos crimes de discriminação em razão de cor, etnia, nacionalidade e religião.

Há ainda uma outra modificação no tópico referente ao projeto que regulamenta o direito ao reconhecimento da identidade de gênero das "pessoas trans", conhecido como Lei João W. Nery com base no modo como se vestem e se veem, dispensando a morosa autorização judicial, os laudos médicos e psicológicos, as cirurgias e as hormônio terapias. 

Na primeira versão, havia o compromisso com a aprovação do projeto. O novo texto não se compromete mais com a aprovação. Diz apenas que se ele vier a ser aprovado no Congresso Nacional, vai se "dispensar a morosa autorização judicial, os laudos médicos e psicológicos, as cirurgias e as hormonioterapias".

Outra mudança nos tópicos foi em relação à adoção de crianças por casais homoafetivos. O primeiro texto defendia textualmente eliminar obstáculos à adoção de crianças por casais homoafetivos. A nova versão diz que será dado tratamento igual a casais adotantes, " com todas as exigências e cuidados iguais para ambas as modalidades de união, homo ou heterossexual. Destaca que nos processos de adoção "interessa o bem-estar da criança que será adotada". [é aceitável dizer que será dado tratamento igual aos casais pretendentes a adotar crianças, desde que, sejam SEMPRE NEGADO toda e qualquer pretensão de gays, lésbicas e assemelhados adotarem crianças.]

MARINA DIZ QUE NÃO MUDOU DE OPINIÃO
Marina Silva negou no início da tarde, durante caminhada na Rocinha, Zona Sul do Rio, ter mudado de posição em relação à defesa dos direitos dos homossexuais.Ela disse que apenas foi feita uma correção do que teria sido publicado erroneamente com a expressão usada pelos movimentos sociais ouvidos pelos coordenadores do programa. — Independente de qualquer coisa, o nosso compromisso é com o Estado laico, com o respeito às liberdades individuais e religiosas. O Estado laico é para defender os interesses de todos, daquele que crê e o que não crê, independente de cor, orientação sexual ou religião — disse a presidenciável, em uma tumultuada entrevista coletiva, durante visita à favela.

Nota divulgada pela assessoria de Marina neste sábado diz que o texto divulgado ontem, "não retrata com fidelidade os resultados do processo de discussão sobre o tema durante as etapas de formulação do plano de governo (comentários pela internet sobre as diretrizes do programa, encontros regionais e as dinâmicas de escuta da sociedade civil promovidas pela Coordenação de Programa de Governo e pelos candidatos à Presidência pela Coligação)."

Houve mudanças tanto nos tópicos, quanto no texto que baseia o capítulo LGBT. Na versão divulgada ontem, o texto do capítulo fazia referências apenas à questões relativas à comunidade LGBT. Na nova versão, o texto é modificado, com a exclusão de palavras e a inclusão de outras minorias que também têm que ser respeitadas, como crianças e idosos. O texto retirou, por exemplo, citação de estatística de assassinatos com motivação homofóbica em 2012, do Grupo Gay da Bahia.


Na nota, a campanha ressalta que apesar da mudança, mantém o compromisso irrestrito com a defesa dos direitos civis dos grupos LGBT. " Convém ressaltar que, apesar desse contratempo indesejável, tanto no texto com alguns equívocos como no correto, permanece irretocável o compromisso irrestrito com a defesa dos direitos civis dos grupos LGBT e com a promoção de ações que eduquem a população para o convívio respeitoso com a diferença e a capacidade de reconhecer os direitos civis de todos", diz outro trecho da nota.

PSB RETIFICA ITEM SOBRE USO DE ENERGIA NUCLEAR
Momentos depois do lançamento do programa de governo, o comando da campanha de Marina Silva desmentiu a proposta de usar energia nuclear, citado no documento. Segundo a nota enviada pela equipe, houve um erro de revisão e que a política energética do programa será realinhada com foco nas fontes renováveis e sustentáveis (solar, eólica, de biomassa, geotermal, das marés, dos biocombustíveis de segunda geração).

Gays, entendam que propostas são propostas - o projeto absurdo e indecoroso que pretende institucionalizar o homossexualismo no Brasil existe há anos e não anda e vai continuar sem andar

Militantes da causa homossexual comemoram propostas de Marina Silva

Programa de governo pede a aprovação da criminalização da homofobia. Nas redes, usuários demonstraram surpresa com medida 

O programa de governo da candidata à Presidência da República Marina Silva (PSB), apresentado nesta sexta-feira em São Paulo, causou um burburinho nas redes sociais. O motivo é a proposta para aprovação do projeto de lei que criminaliza a homofobia e a equipara aos crimes de racismo. A surpresa estaria no fato de a candidata ser evangélica.
[um passo de cada vez - cada dia com sua agonia = a meta agora é eliminar o PT, os gays e outras causas menores oportunamente sairão de cena. O PLC 122 tramita há oito anos; nada impede que tramite mais uns 80...]
Outros pontos que constam no programa da candidata para os homossexuais buscam garantir a união civil de pessoas do mesmo sexo, eliminar obstáculos para a adoção de crianças por casais homoafetivos e a inclusão do combate ao bullying, à homofobia e ao preconceito no Plano Nacional de Educação — segundo o texto, “desenvolvendo material didático destinado a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e às novas formas de família”.

Militantes da causa homossexual comemoram o avanço da proposta de Marina. Carlos Tufvesson, estilista e militante da causa gay há 20 anos, afirmou, no entanto, não estar surpreso com a posição da candidata. — Não me surpreende (a posição da Marina). Ela já havia defendido essa causa — disse Tufvesson, explicando que a candidata do PSB já havia apresentado posição favorável a união civil homoafetiva quando era candidata à Presidência pelo PV, em 2010. 

O ponto mais comemorado pelo militante foi a defesa da criminalização da homofobia, que segundo ele, tem aumentado nos últimos seis anos. — É importante que fique claro para a sociedade que o aumento de crimes vem da intromissão fundamentalista religiosa nas políticas de estado — criticou o militante. — É a primeira vez que um candidato (presidenciável) coloca o tema na pauta. É emocionante para nós que lutamos pelos direitos humanos receber essa proposta, nominalmente, sem eufemismos.

Fundador do Grupo Gay da Bahia, Carlos Mott, que é um grande crítico das políticas do atual governo a causa LGBT, comemorou as propostas de Marina. Para o militante, a petista — (Dilma) Proibiu o kit anti-homofobia que devia capacitar mais de 6 milhões de estudantes; proibiu campanha de aids para gays no carnaval; mandou Ideli Salvati enterrar o PL 122, vetou o material das prostitutas — enumerou Mott. — Dependerá de nós, LGBT, pressionar sempre Marina para que cumpra suas promessas agora proclamadas, impedir e corrigir quando disser alguma impropriedade sobre os direitos das minorias sexuais, apoiando-a quando for apedrejada pelos cristãos mais fundamentalistas.

Coordenador do grupo de combate a homofobia do PPS, partido que integra a chapa da candidatura de Marina Silva, Eliseu Neto comemorou que o texto sobre os direitos dos homossexuais tenha sido levado na íntegra para a proposta da candidata. — Estou pessoalmente orgulhoso, porque essa é a nossa luta e ela foi corajosa de comprar — comemorou Neto. — O fato dela ser evangélica traz uma credibilidade para isso. O que demonstra que muitos evangélicos têm uma pauta progressista. Mostra que outros líderes políticos evangélicos não representam 100% as pessoas da religião.

Fonte: G 1
 
 

Dilma faz "cara de nojo" para criança filha de possível eleitora

Em queda nas pesquisas, PT retoma 'caravanas' com Dilma

Modelo criado pelo ex-presidente Lula nos anos 90 reaparece na campanha neste fim de semana no interior de São Paulo
Em queda nas pesquisas de intenção de voto, a presidente Dilma Rousseff dá início neste sábado a uma tentativa do PT de recuperar o terreno perdido para a candidata do PSB, Marina Silva, na disputa eleitoral. Os petistas retomam nesta manhã, no interior de São Paulo, as caravanas do partido com o objetivo de atingir, no final de semana, cidades com até 30 mil eleitores. Em Jales, Dilma deve, também, se encontrar com o bispo Dom Demétrio Valentini, da Diocese da cidade.
 MÃES: percebam a cara de nojo que Dilma faz diante de uma criança inocente.
Essa candidata quer o voto de vocês e sendo eleita vai demonstrar o nojo que tem de crianças
 Dilma retoma nesta manhã, no interior de São Paulo, as caravanas do PT - Michel Filho / Agência O Globo
 
Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, do governo federal, Dom Demétrio foi defensor de Dilma na campanha que a elegeu em 2010, quando setores da Igreja Católica passaram a pedir votos contra ela por conta de suas supostas posições a respeito do aborto. [o que foi confirmado quando Dilma, já presidente, nomeou Eleonora Menicucci, mais conhecida como "vó do aborto"  especialista em autoaborto e que se orgulha dos que realizou nela mesmo - ministra da Mulher.
Quem é contra o aborto não nomearia sua ministra uma aborteira.]

As “caravanas da cidadania” foram criadas pelo então candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda nos anos 90. O modelo foi retomado na campanha à reeleição em 2006 e, agora, retorna no momento mais difícil da campanha de Dilma. De acordo com o Datafolha divulgado ontem, a petista está empatada com Marina, com 34 pontos, e perderia para a adversária no segundo turno por dez pontos de diferença.

Segundo o coordenador das caravanas, Romênio Pereira, a ideia é percorrer os municípios com até 30 mil eleitores para divulgar programas do governo que influem nessas regiões. Dilma estará pela manhã em Jales para um encontro com prefeitos e políticos do PMDB. Ao chegar na cidade, deverá ser recebida pela caravana dos petistas de 52 municípios próximos. — Vamos começar as caravanas neste sábado e domingo. São atividades nos 27 estados, como carreatas e caminhadas. As caravanas vão partir de 400 cidades polo para chegar aos municípios com até 30 mil eleitores. São 4814 municípios, que reúnem 33% do eleitorado — explica Romênio.


Se de um lado os petistas preparam uma recepção para Dilma no aeroporto de Jales, o candidato do PMDB ao governo do estado, Paulo Skaf, tenta dar um jeitinho para escapar do encontro com ela no evento do partido, organizado pelo vice-presidente Michel Temer. A participação de Dilma está programada para as 10h, e Skaf disse que vai “dar uma passadinha” no evento às 9h. O candidato tem se recusado a fazer campanha com a presidente.

Pouco antes das 9h30, Skaf já havia chegado a Jales, de avião, acompanhado pelo ex-governador de São Paulo Luiz Antônio Fleury, um dos coordenadores de campanha do PMDB. Segundo Antônio Carlos Nogueira, o Cacaio, coordenador regional do PT, a caravana deve seguir para o encontro do PMDB, que será realizado em um clube da cidade. para acompanhar a presidente. Dilma segue para lá depois de visitar Dom Demétrio. Segundo dirigentes do partido, foi a própria presidente quem quis o encontro com o religioso. Nessas eleições, Dom Demétrio ainda não fez nenhuma menção pública em Jales de apoio à presidência.

Fonte: O Globo

William Bonner não é candidato e esclarece débito com a Receita Federal

Bastou Bonner se envolver com política entrevistando candidatos a presidente da República para se envolver em "encrenca"
William Bonner esclarece dívida com Receita Federal e diz que “não é candidato”
Em meio a uma cobertura política, William Bonner, 50, também foi alvo de uma fofoca ao longo desta semana. A empresa do jornalista, a "William Bonner Produções S/C Limitada", foi acusada de estar devendo R$ 78 reais para a Receita Federal.


Para esclarecer a notícia, o âncora do "Jornal Nacional" usou o seu perfil no Twitter na última quinta-feira (28) para explicar o problema com o órgão do governo. "Em 2010, a Receita equivocadamente aplicou multa de R$ 78 (setenta e oito reais) por mora. Irrisória, mas indevida, na minha opinião", escreveu ele na rede social. "O meu contador recorreu. Mas a defesa do meu direito de contribuinte virou fofoca nesses dias de entrevistas com os candidatos [à Presidência da República]. Coincidências", continuou.

Apesar de acreditar que a multa foi injusta, Bonner afirma que ela está quitada. "E lá foi o tio pagar o que, de fato e de direito, não devia. Atualizados, os R$ 78 viraram R$ 500, mais ou menos", explica o jornalista da Globo. 

Ele ainda publicou documentos que comprovam a regularidade da empresa.


Por fim, Bonner mandou um recado para os responsáveis por essa fofoca. "O tio não é candidato a nada. Como a maioria dos brasileiros, anda na linha e não gosta de pagar pelo que não deve. Mas, neste caso, a multa indevida valeu o gostinho de ser o estraga-prazeres dos robozinhos."

Nos últimos dias, William Bonner tem comandado, junto com Patrícia Poeta, 37, uma série de entrevistas com os principais candidatos à Presidência da República no "Jornal Nacional". Para a surpresa do público, o jornalista tem pressionado os políticos nas conversas e feito perguntas polêmicas. Na Globo, o âncora é chamado de "muso"   entre os colegas de trabalho. 

Fonte: Yahoo! Brasil


 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Marina = a vitória do MAL NECESSÁRIO sobre Dilma = a personificação de Satanás. Qualquer coisa é aceitável para expulsar o PT, eliminar o PT



Datafolha: Marina empata com Dilma e venceria petista por 10 pontos no segundo turno
No primeiro turno, presidente petista e candidata do PSB têm 34% cada; 
Aécio Neves, do PSDB, tem 15% das intenções de voto
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira pelo "Jornal Nacional", da TV Globo, reforça o avanço da candidata Marina Silva (PSB) na disputa eleitoral, já identificado no levantamento do Ibope no início da semana. Segundo os novos dados, Dilma (PT) e Marina (PSB) estão empatadas com 34% das intenções de voto cada. Já o tucano Aécio Neves (PSDB) aparece com 15%. A candidata do PSB à Presidência da República, 19 pontos à frente de Aécio no primeiro turno, teria ainda 10 pontos de vantagem contra Dilma em um eventual segundo turno.


Marina cresceu 13 pontos em relação ao último levantamento do Datafolha, divulgado no dia 13 de agosto. Antes, a candidata do PSB tinha 21%, Dilma 36% e Aécio 20%. Na última pesquisa, brancos e nulos somavam 8% (agora são 7%). Indecisos eram 9% dos entrevistados (agora são 7%). O Datafolha também simulou dois cenários para um possível segundo turno. Na disputa Dilma X Marina, a candidata do PSB aparece com 50% das intenções de voto, contra 40% de Dilma. Brancos e nulos somam 7%, e indecisos 3%. No levantamento anterior, Marina tinha 47%, contra 43% da petista. 

Na simulação Dilma X Aécio, a candidata à reeleição possui 48%, contra 40% do tucano. Brancos e nulos somam 9% e indecisos 4%. Na pesquisa anterior, a petista tinha 47% e Aécio 39%.

NANICOS
Na simulação do primeiro turno, Pastor Everaldo (PSC) obteve 2% das intenções de voto. Os demais candidatos não chegaram a mais de 1%.

 
A pesquisa entrevistou 2.874 eleitores nos dias 28 e 29 de agosto. O registro no TSE é BR00438/2014. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S. Paulo”.

AVALIAÇÃO DO GOVERNO
O instituto também aferiu a avaliação do governo Dilma Rousseff. Segundo o levantamento, 39% dos entrevistados consideram a gestão regular, 35% ótima ou boa, e 26% ruim ou péssima. Em pesquisa divulgada há dez dias, as avaliações que consideravam o governo ótimo ou bom e regular estavam no mesmo patamar (38%). Já 23% achavam o governo ruim ou péssimo.

Fonte: Pesquisa Datafolha


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