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COMUNICADO - Novo Site

Nota de Esclarecimento

Importante:

Memória: em 8 setembro 2007, começamos as atividades deste Blog, sob o título Blog da UNR e nossos objetivos estão bem destacados no nosso primeiro post, título 'início das atividades...' .

De imediato, constatamos que estando a esquerda no governo, uma dificuldade se apresentava: contar os erros, as traições, as covardias, os assassinatos, as falcatruas cometidos pela esquerda durante o Governo Militar OU contar os crimes que a esquerda, a petralhada à frente, continua cometendo nos dias atuais? (apesar de fragorosamente derrotada pelos militares a esquerda aproveitou-se da generosidade dos vencedores e voltou tal qual serpente e conseguiu PERDER A GUERRA e vencer a Batalha da Comunicação, passando de vilão a heroína).

A famigerada esquerda conseguiu o poder - agindo disfarçada de democrata - e passou a mostrar, de forma descarada, ser pior que antes.

Diversos motivos, que não vem ao caso aqui detalhar, tornaram conveniente alterar o nome do Blog da UNR, que passou a denominação de BLOG PRONTIDÃO, mantendo a URL.

Apesar de ser um Blog pequeno, fruto de um trabalho amadorístico, porém de muita dedicação, contando com poucos seguidores, alguns visitantes fiéis, outros eventuais, tivemos a imensa alegria de constatar que incomodávamos a petralhada - o que foi fácil perceber pela necessidade de 'moderar comentários', pelos xingamentos que recebemos a cada postagem, tentativas de invasão (parcialmente exitosas, com modificações de postagens {o mais odioso foram as vezes que conseguiram mudar palavras, trechos de postagens, títulos, e passar a idéia que defendíamos o desgoverno petralha}).

Para tornar mais dificil que os guerrilheiros da informática à serviço do desgoverno - o ministro da Secom, Traumann, foi demitido por admitir publicamente que o desgoverno Dilma, a exemplo do seu antecessor $talinácio Lula, usam a guerrilha virtual - continuassem a nos incomodar, decidimos suspender, temporariamente, a veiculação de POSTs no Blog Prontidão, passando a veicular no Blog PRONTIDÃO TOTAL, usando outra URL.

Claro que alguns leitores não acessaram o Blog Prontidão Total - o que atribuímos a alguma falta de comunicação da nossa parte - porém, de tudo concluímos que podemos e VAMOS PERMANECER firmes e fortes, protegidos da sanha 'assassina' dos guerrilheiros virtuais do desgoverno, contando a verdade, tudo o que soubermos e o nosso amadorismo permitir, do muito de ruim, de nocivo, de pernicioso, que o atual desgoverno pratica, estimula, esconde e apoia.

Voltar ao Blog PRONTIDÃO seria pretender que nossos poucos leitores ficassem pulando de galho em galho - a manutenção da nossa 'linha editorial', que vem desde 2007, é eloquente e fiel aos fatos ao provar que nossos ideais permanecem firmes, estamos apenas mais fortes.

Vamos continuar com a denominação Blog PRONTIDÃO TOTAL, na URL que atualmente atende àquele Blog, mantendo nossa postura de apresentar sempre a VERDADE - verdade que representa os fatos (aliás, não podemos esquecer, verdade e fato são unos)e não a verdade conveniente (tática usada pela esquerda petralha).

Felizmente, temos dois leitores, afinal, escrevemos e vamos continuar escrevendo para dois leitores: "Ninguém" e "Todo Mundo".

Por favor, nos honre com sua visita, clicando aqui: Blog Prontidão Total ou em qualquer link disponível, em azul, neste texto

ou colando em seu navegador: http://brasil-ameoudeixe.blogspot.com.br/

ou Blog Prontidão Total

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domingo, 30 de novembro de 2014

Morte de cabo do Exército no Complexo da Maré gera comoção nas redes sociais = bandido bom é bandido morto

A comoção pelo assassinato do cabo do Exército Michel Mikami, morto na favela Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, na última sexta-feira, gerou uma grande mobilização nas redes sociais. Colegas de farda, amigos e parentes manifestaram-se no Facebook por meio de mensagens de revolta e apoio mútuo. Muitos trocaram as fotos de perfil por uma simbólica bandeira do Brasil, em preto e branco, com a inscrição “luto”. 

[Enquanto for rotina no Brasil que quando um integrante das Forças de Segurança - Forças Armadas, Auxiliares ou Polícia Civil - tiver que abater um bandido já  começar a ser investigado como culpado, os bandidos vão matar mais policiais, mais militares.

Enquanto o sumiço de um traficante - caso do Amarildo - ser motivo para punição de policiais, mais integrantes das forças de segurança serão vítimas dos bandidos.]


VEJA VÍDEO: Bandidos comemoram morte de militar na Maré - 28/11/2014 



Algumas pessoas usaram a tag #eternoMikami. Indignado, um amigo que também serve ao Exército escreveu: “Até quando vamos ver essa cena??? Até quando os jogadores vão ser os heróis desse país???”. A revolta foi ainda maior após a divulgação de vídeos de traficantes da Maré comemorando a morte do jovem. A página “Poder Militar Brasileiro” divulgou a informação na rede, que foi compartilhada por mais de 150 pessoas e cerca de mil comentários.
 RIO - Corpo do cabo do Exército Michel Mikami é transportado para São Paulo, com honrarias de herói. - Reprodução/Facebook
A missão de Michel no Rio, que foi atingido durante patrulhamento, terminaria na próxima terça-feira. Em resposta ao crime, o governador Luiz Fernando Pezão anunciou que pretende conversar com a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para que a Força de Pacificação permaneça no Complexo da Maré após dezembro, prazo inicialmente previsto para a retirada da tropa. Um inquérito já foi aberto para apurar as circunstâncias da morte do cabo, de 21 anos.
 
RIO - Morto no Complexo da Maré, o cabo era natural de Vinhedo, onde foi enterrado - Reprodução/Facebook

Michel foi velado na madrugada de sábado no Hospital Central do Exército, em Benfica, em cerimônia reservada para os militares. Em seguida, o corpo seguiu para Vinhedo, no interior paulista, cidade natal do cabo. O enterro ocorreu neste domingo, por volta do meio-dia, com honras militares. Cerca de 400 pessoas acompanharam a cerimônia. Além das honras militares protocolares, os companheiros prestaram uma série de homenagens, rezando e bradando gritos de guerra. Um dos momentos mais emocionantes foi quando uma tia do cabo ergueu uma fotografia do sobrinho e gritou “Ele morreu defendendo o Brasil e lutando contra as drogas”, segundo o relatou o jornalista Lúcio Borges, que acompanhou o enterro. 


 RIO - Após mortes, policiais civis e militares organizam manifestação em Copacabana. O lema é "A vida do policial é sagrada, como toda vida é". - Reprodução/Whatsapp


Em seu perfil no Facebook, a namorada de Michel, Drielle Lima, escreveu “dor sem fim”.

Michel foi criado numa igreja evangélica e era uma pessoa de fé, em junho ele fez uma tatuagem no braço direito: “Alimento sua fé e seus medos morrerão de fome”. Drielle fez a mesma tatuagem. Em março, o cabo fez uma declaração para a namorada na qual citava a importância de Deus. Ele escreveu: “Eu não sei o motivo e nem o porquê.! apenas tenho a certeza de que o cara la de cima sabe de tudo.! e sabe o que em nossas vidas é melhor para nós.!” (sic).


Ainda nas redes sociais e em grupos do Whatsapp, policiais civis e militares uniram-se diante das mortes recentes de colegas. Só na madrugada deste sábado, três policiais militares foram assassinados na Região Metropolitana do Rio. Juntos, eles estão organizando a manifestação com o lema “A vida do policial é sagrada, como toda vida é”, para o próximo dia 14 de dezembro, às 9h, no Posto 6, em Copacabana.



Fonte: O Globo

sábado, 29 de novembro de 2014

Piratas e corsários - cadeia ou mesmo forca para Lula e Dilma. Quando o POVO for as ruas não vai se contentar apenas em prendê-los

Não há dúvida de que a Petrobras já foi alvo de larápios em governos anteriores, mas nenhum deles, além do próprio bolso, intentava apossar-se da República.

Em tese, roubar um fusca ou um BMW enquadra o infrator no mesmo dispositivo do Código Penal. Roubo é roubo, não importa a quantia. Do ponto de vista moral, não há dúvida. Mas, como indica a lei processual, há agravantes e atenuantes em qualquer espécie de delito: o que o move, a premeditação, os meios etc.

No caso específico das denúncias em curso na Petrobrás e adjacências Eletrobrás e PACo, por exemplo -, o que se conhece e o que se vislumbra até aqui remetem ao quesito agravante. Não se trata de mero roubo, que se pratica para enriquecimento próprio. Os sinais de que se estabeleceu uma operação sistêmica, com o objetivo de financiar partidos políticos e, nesses termos, um projeto de poder –, vai muito além do que seria mais um caso de corrupção. Agride o próprio sistema democrático e a República.

E um crime contra a República, convenhamos, é bem mais grave que roubar um fusca ou mesmo um BMW – ou ambos. Nesse caso, o remédio é simples: prende-se o ladrão, recupera-se o produto do roubo e ponto final. Tudo começa e acaba numa delegacia de polícia. No caso, porém, do que ocorre na Petrobras, não basta recuperar o que foi roubado e enquadrar os operadores.

É preciso desmontar a engrenagem da qual eles eram apenas peças e responsabilizar os que a moviam e beneficiavam-se de seus propósitos políticos. Aí, o caso extrapola o âmbito das delegacias de polícia e necessariamente ascende ao das instituições. Não importa se a presidente da República e seu antecessor embolsaram ou não algum centavo. Ainda que não – e lhes cabe o benefício da dúvida -, são os contemplados políticos do produto do crime. Que sabiam do que lá se passava só não crê quem não quer.

Além da evidência lógica de que crime de tais proporções não se passa no plano do invisível – e não ocorre sem uma vasta rede de cumplicidade, necessariamente acima dos executores -, cabe a responsabilidade a quem está no topo da pirâmide.  Não é à toa que o termo “crime de responsabilidade”, previsto para quem exerce a presidência da República, é abrangente. O presidente pode não ter pessoalmente praticado o delito, mas, se lhe cabia evitá-lo e não o fez, responde pelo que não fez. Incompetência ou cumplicidade inserem-se no mesmo “crime de responsabilidade”.
República (Imagem: Arquivo Google)

E, diga-se, não apenas para casos como o da Petrobras, mas para delitos de menor abrangência, como o uso dos Correios na campanha eleitoral ou para o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, em discussão no Congresso. A tentativa de minimizar o escândalo da Petrobras e enquadrá-lo como mais um caso de corrupção na história de uma República repleta de casos similares, além de não absolver ou mesmo atenuar a culpa dos criminosos – afinal, um crime não justifica o outro -, não passa de um truque barato para algo muito, mas muito mais caro.

Não há dúvida de que a Petrobras já foi alvo de larápios em governos anteriores, mas nenhum deles, além do próprio bolso, intentava apossar-se da República. O próprio P.C. Farias, tesoureiro da campanha de Collor, queria apenas garantir o seu BMW – e acabou presa de um Fiat Elba. Eram piratas, que roubavam para si mesmos, empreendedores privados. Microempresários do crime.

No caso presente, trata-se de corsários, que roubam sob a bandeira estatal, valendo-se do próprio Estado para dilapidá-lo. Em termos, digamos, técnicos, as bases para um pedido de impeachment já estão postas. Mas impeachment não é apenas infração legal; exige efervescência política, povo nas ruas.

Ao tempo do Mensalão, não havia e Lula escapou incólume, ajudado pela omissão oposicionista. No caso presente, é cedo para avaliar, mas há sinais de que o quadro é outro: a economia vai mal, o descrédito do partido hegemônico pelo prolongado exercício do poder e as mobilizações de rua, ainda que relativamente incipientes, mostram que indiferença popular não há. O resto o tempo dirá.

Fonte: Ruy Fabiano, jornalista - Blog do Noblat
 

Partido da Papuda + Partido do Foro de São Paulo = PT

Tomou grande proporção a campanha do governo federal sobre o combate ao racismo no SUS. É mais um carimbo..mais uma acusação de “preconceito” contra uma classe que foi escolhida pelos petistas como a responsável pelo caos na saúde pública brasileira. Segue-se o mais antigo de todos os princípios: quando você é responsável por uma situação sem controle, crie uma polêmica sobre outro tema – todo mundo passa a prestar atenção nela e esquece a sua culpa.

Não vou tomar o tempo de vocês aqui descrevendo o que acontece nos hospitais brasileiros. Chega: ninguém aguenta mais e o texto não vai ser sobre isso. Trata-se de dizer simplesmente o seguinte: Agora nós médicos somos racistas..logo adiante seremos homofóbicos e machistas pois de preconceito contra nordestinos já fomos acusados. Cada novela da Rede Globo tem como vilão um médico picareta, incompetente, antipático ou alcoólatra mas sempre “com raiva de pobre” (isso se não for todas essas coisas juntas)..Até quando isso vai? A quem esse Partido da Papuda quer enganar?

Triste em tudo isso é observar, dentro da nossa própria classe, uma legião de ex-médicos, de colaboradores do petismo... dessa gente miserável que vive de comissões e cargos de confiança ocupando gerências, secretarias, conselhos e sindicatos para por “panos quentes” sobre nossa indignação cada vez que esse governo mensaleiro lança uma campanha contra nós.

Racismo, violência contra a mulher, agressão aos homossexuais não são, em hipótese alguma, o problema principal da sociedade nesse momento. Temos 70.000 homicídios por ano acontecendo no Brasil. A quantidade de dinheiro que o Partido do Foro de São Paulo nos roubou só pode ser estimada em termos de percentual do nosso PIB, nossa rede hospitalar está destruída e o respeito pela profissão acabou...até onde é necessário descer?? Quanto mais ainda temos que apanhar??

Pacientes brancos, pretos, amarelos e azuis estão morrendo no SUS por falta de literalmente TUDO enquanto esse governo de assassinos de prefeitos constrói portos em Cuba e clínicas no Oriente Médio...Especialidades da Medicina como Pediatria e Obstetrícia estão com “natalidade negativa” (os médicos estão se aposentando e ninguém mais quer seguir nessas áreas) pelo medo que temos dos processos, agressões e falta de condição de trabalho. Será que a sociedade brasileira não vê que nós, médicos, somos parte dela?? Que história é essa de falar “nos médicos e na população”..?? Desde quando nós deixamos de ser “população” no nosso próprio país?? Quem deu a esse partido associado às FARC o direito de dizer quem faz ou não parte da população??

Ninguém consegue ver que o Partido Mensaleiro está desesperado ??Que ele precisa jogar médicos contra pacientes, brancos contra negros, hetero contra homossexuais e, se for necessário, até gatos contra cachorros para escapar da prisão??

O PT finge não saber que a doença e a morte não tem cor nem crença religiosa...que a doença não escolhe sexo nem idade e estará sempre aí como são mais democráticas do que ele mesmo..que elas não tem uma outra verdade que ele, PT, quer esconder: ninguém pode mentir para sempre. A hora dessa gente está chegando.

Por: Milton Simon Pires é Médico.

Para Israel só interessa a extinção dos palestinos

Projeto aumenta isolamento de Israel

Definição do país como ‘Estado-nação do povo judeu’ é um retrocesso na democracia porque marginaliza a população árabe-israelense

No Oriente Médio, nada é tão ruim que não possa piorar. No caso da Primavera Árabe, quase quatro anos depois apenas a pioneira Tunísia está no rumo democrático. O Egito voltou à ditadura militar, o Estado líbio se fragmentou, uma longa guerra civil destrói a Síria, provocando um êxodo de refugiados. Da maré montante de organizações islâmicas radicais, uma delas ergueu-se de forma inesperada e violenta: o Estado Islâmico (EI), que implantou um califado trevoso em amplas áreas da Síria e do Iraque em nome do fundamentalismo sunita e vem batendo todos os recordes de violência, barbárie e retrocesso civilizatório. Conflitos alimentados, no fundo, pela guerra entre sunitas e xiitas.

Nesse contexto, o embate entre Israel e palestinos, a luta destes pela constituição de um Estado, deveria receber prioridade máxima. Desatar este nó é vital para desanuviar o quadro, o que requer novas atitudes não só do Estado judeu, como dos países árabes. Mas, o que se verifica é que os dois lados cada vez mais se aferram a posições radicalizadas. Israel segue expandindo a ocupação de territórios palestinos. Estes seguem fazendo atentados sangrentos. Cansada, a comunidade internacional começa a demonstrar impaciência com Israel: a Suécia já reconheceu a Palestina, o Parlamento britânico também (medida mais simbólica) e a França poderá ser a próxima a fazê-lo.

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Nas últimas semanas, a violência aumentou em Jerusalém, devido a uma disputa religiosa: ativistas judeus querem ter o direito de rezar no local chamado pelos israelenses de Monte do Templo e, pelos árabes, de Nobre Santuário área entregue à administração religiosa islâmica e em que fica a mesquita de al-Aqsa, sagrada para os muçulmanos. [se a área está sob administração religiosa islâmica e abriga uma mesquita sagrada para os muçulmanos, soa como provocação que ativistas judeus queiram realizar atividades religiosas em área considerada sagrada por outra religião.]Onze israelenses foram mortos, incluindo quatro rabinos e um policial esfaqueado e alvejado a tiros, por palestinos, em uma sinagoga da cidade. Doze palestinos também foram mortos, incluindo grande parte dos autores dos ataques. 

Só contribui para radicalizar mais a situação o projeto aprovado pelo governo do premier Benjamin Netanyahu, mas ainda não pelo Parlamento, que define Israel como “o Estado-nação do povo judeu”, aprofundando uma divisão já existente entre a maioria judaica e os árabes israelenses — 20% da população de 8 milhões. O projeto foi criticado pelo próprio presidente israelense, Reuven Rivlin: “o Estado de Israel foi estabelecido sobre duas fundações sólidas: judaísmo e democracia. A remoção de um deles vai levar à queda de todo o prédio”.

Em editorial, o “New York Times” lembrou que a Declaração de Independência enfatiza que Israel foi criado como um lar para os judeus, mas garantecompleta igualdade de direitos sociais e políticos a todos os seus habitantes, sem distinção de religião, raça ou sexo”. O projeto sob exame é discriminatório, antidemocrático e aumenta o isolamento de Israel.

Fonte: Editorial - O Globo

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Resultados do Terrorismo

Em 1974, quando a Guerrilha do Araguaia foi desmantelada, nenhum Serviço de Inteligência, em todo o mundo, teria coragem de vaticinar que 14 anos depois o povo cativo da Europa Oriental, nas ruas, com um mínimo de sangue, mas com muito suor e lágrimas, derrubaria o socialismo real, cujo modelo a esquerda radicalizada tupiniquim deseja importar para o Brasil. Tampouco que logo depois, em dezembro de 1991, a bandeira vermelha com a foice e o martelo seria arriada definitivamente do Kremlin, marcando o fim da Pátria do Socialismo e o encerramento de uma era histórica.



No Brasil, os terroristas, assaltantes de bancos, de casas comerciais, e até de residências, os“justiçadores” de companheiros, os seqüestradores de autoridades e de aviões, portadores da “verdade científica” do marxismo-leninismo-stalinismo-trotskismo-pensamento de Mao-Tsetung e Henver Hoxa, foram anistiados. Anistia significa esquecimento. Prova do esquecimento é o fato de que, hoje, alguns estão no Poder, em órgãos do Executivo e do Legislativo. Alguns são ou foram governadores e prefeitos.

Todavia, uma minoria desses ex-terroristas, apoiada por alguns políticos e por órgãos reconhecidamente infiltrados por comunistas (a expressão correta seria: pelos ainda comunistas), buscam promover o ‘julgamento’ público, num ato explícito de revanchismo, daqueles que, constitucionalmente, os combateram, defendendo a Pátria. Nesse sentido, promovem eventos de ‘denúncia de torturadores’, na tentativa de derrotarem, hoje, por outros meios - ditos pacíficos - os que os derrotaram.

Nenhuma alusão, no entanto, é feita, por ninguém, aos que perderam suas vidas em decorrência da violência armada que as esquerdas declararam ao regime. Seus nomes não são recordados; suas famílias não promovem passeatas; nada reclamam da Pátria e nada reivindicam ao Estado e a seus governantes, a não ser um mínimo de coerência.

Esses nomes não devem ser esquecidos, desde o primeiro, Carlos Argemiro Camargo, sargento do Exército, morto por um grupo de terroristas comandados pelo coronel reformado do Exército Jefferson Cardim de Alencar Osório, em 28 de março de 1966, no Paraná, até o último, Otávio Gonçalves Moreira Junior, delegado da polícia de São Paulo, em férias no Rio de Janeiro, metralhado em Copacabana, ao sair da praia, por terroristas da ALN, PCBR e VAR-PALMARES, em 25 de fevereiro de 1973.

Durante as operações desenvolvidas na guerra suja do Araguaia, por cerca de 2 anos, para debelar a guerrilha que o PC do B tentou implantar na região, as Forças Armadas sofreram 9 baixas. Antes da morte de qualquer guerrilheiro, dois militares foram mortos: sargento Mario Ibrahim da Silva e cabo Odílio Cruz Rosa; posteriormente um outro desapareceu - soldado Francisco Valdir de Paula -; e 6 foram feridos (três Oficiais, dois Sargentos e um Cabo). Estes terão seus nomes preservados. [infelizmente, apesar do heroísmo, amor a Pátria e dedicação ao combate dos porcos terroristas, os MILITARES e AGENTES DE SEGURANÇA que combateram na guerrilha não agiram com a energia necessária e que foi empregada, e bem empregada, pelos que combateram os porcos guerrilheiros da guerrilha rural, especialmente a Guerrilha do Araguaia: tivesse sido usado contra os guerrilheiros urbanos a mesma energia, todos, ou quase todos, teriam sido excluídos e hoje muitos não estariam governando o Brasil e buscando o revanchismo.]

Os terroristas, no entanto, nas guerrilhas urbana e rural, não se limitaram a matar os que, constitucionalmente, defendiam o que eles denominavam de “ditadura militar”. Foram mais longe. “Julgaram” e mataram vários de seus companheiros, “justiçados”, não por terem cometido qualquer crime. Foram assassinados sob a acusação empírica de “fraqueza ideológica”, o que era considerado “um perigo em potencial” para as Organizações. Ou seja, aqueles que abandonaram ou pensavam abandonar o “centralismo democrático” e ousaram pensar com suas próprias cabeças foram considerados “perigosos” e pagaram com a vida, pois, algum dia, em algum momento, poderiam colaborar com o “inimigo de classe”. 
 
Foram eles:

- Antonio Nogueira da Silva Filho, da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (Var-Palmares), condenado ao “justiçamento” em 1969 (a “sentença” não foi efetivada por ter o “condenado” fugido para o exterior); 

- Geraldo Ferreira Damasceno, militante da Dissidência da Var-Palmares (DVP), “justiçado” em 29 de maio de 1970, no Rio de Janeiro;

- Ari Rocha Miranda, militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), “justiçado” em 11 de junho de 1970 por seu companheiro Eduardo Leite (“Bacuri”), durante uma “ação”, em São Paulo;

- Antonio Lourenço, militante da Ação Popular (AP), “justiçado” em fevereiro de 1971, no Maranhão; 
- Marcio Leite Toledo, da Ação Libertadora Nacional (ALN), “justiçado” em 23 de março de 1971 por seu companheiro Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz;

- Amaro Luiz de Carvalho (“Capivara”), militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) e, posteriormente, do Partido Comunista Revolucionário (PCR), “justiçado” em 22 de agosto de 1971, em Recife, Pernambuco, dentro do presídio onde cumpria pena;

- Carlos Alberto Maciel Cardoso, da Ação Libertadora Nacional (ALN), “justiçado” em 13 de novembro de 1971, no Rio de Janeiro;

- Francisco Jacques Moreira de Alvarenga, da Resistência Armada Nacionalista (RAN), “justiçado” em 28 de junho de 1973 dentro do colégio em que era professor, por um comando da Ação Libertadora Nacional (ALN). Maria do Amparo Almeida Araujo, então militante da ALN e hoje presidente do “Grupo Tortura Nunca Mais”, em Pernambuco, participou dos levantamentos preliminares que propiciaram o “justiçamento” que ela diz não saber quem praticou (depoimento da mesma no livro “Mulheres que Foram à Luta Armada”, do jornalista Luiz Maklouf, 1998), embora, é evidente que para que o “justiçamento” pudesse ser efetuado, ela devesse passar esses levantamentos para alguém;

- Salatiel Teixeira Rolins, do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), “justiçado” em 22 de julho de 1973 por militantes do PCBR. Segundo Jacob Gorender - que em 1967 foi um dos fundadores do PCBR -, em seu livro “Combate nas Trevas”, os assassinos não poderiam intitular-se “militantes do PCBR”, pois, nessa época, “o PCBR não mais existia”.

Na Guerrilha do Araguaia (1972-1974), foram “justiçados” pelo PC do B: 

- “Mundico” – Rosalino Cruz Souza, guerrilheiro; Osmar, Pedro Mineiro, João Pereira e João Mateiro, moradores da região. Estes, por suposta colaboração com as Forças Armadas.

Alguns desses “justiçadores” estão aí, alguns desempenhando funções públicas.



Deve ser recordada também a morte, na Guerrilha do Araguaia, da Cadela Coroa - citada em uma série de reportagens publicadas pela imprensa em 1996 - também “justiçada”, de acordo com as leis da guerrilha, por ter-se transformado em um perigo em potencial.

Conforme matéria publicada no jornal “Arauto” – informativo do Clube de Aeronáutica – de julho de 1996, a Cadela Coroa era uma espécie de mascote, dado seu apego aos membros doDestacamento A da guerrilha. Em 1972, todavia, ocorreu um fato que iria selar o destino deCoroa: com a chegada dos militares à área, os terroristas tiveram que se embrenhar na selva eCoroa, que acabara de dar cria, acompanhou-os. Mas, movida pelo sentimento materno, todos os dias sumia do acampamento e andava diversos quilômetros para amamentar os filhotes que deixara para trás.

A partir daí, os bravos terroristas do Destacamento A passaram a encará-la não como a melhor amiga do homem, mas como uma ameaça, pois, afinal, os militares poderiam seguí-la e chegar até eles. Por isso, decidiram que ela deveria ser “justiçada”, por ter-se tornado potencialmente perigosa. Por sorteio, a tarefa coube ao guerrilheiro “Zezinho”- Micheas Gomes de Almeida, que a matou a facadas, pois não podia ser a tiros que chamariam a atenção.

Morte semelhante - recorde-se - à do tenente Alberto Mendes Junior, morto a coronhadas de fuzil por Carlos Lamarca, no Vale da Ribeira, em maio de 1970, também para não despertar a atenção da tropa que o perseguia.

Vamos imaginar que a história tivesse ocorrido ao contrário. Caso a Cadela Coroa tivesse sido morta, digamos, pela tropa das forças legais. O fato teria, então, sido apontado como mais uma prova de que as Forças Armadas “atuaram como bárbaros”, como disse o Sr. João Amazonas, em depoimento no Congresso Nacional.

Não teriam faltado os protestos de uma ONG qualquer, mantida não se sabe por quem, dedicada à defesa dos direitos das cadelas amigas de guerrilheiros. Seria lançada, possivelmente, outra edição, atualizada, do “Brasil, Nunca Mais”, acrescentando o nome de Coroa. Tudo isso com o indispensável aval e aplausos do grupo filantrópico, de utilidade pública, “Tortura Nunca Mais”.

Intelectuais de esquerda viriam a público protestar, com crônicas dominicais nas páginas dos principais jornais, entrevistas na TV, poesias e outros meios que dispusessem. Finalmente, surgiria um cineasta, já com um roteiro pronto e os protagonistas escolhidos para contar a história de mais uma vítima do “terrorismo de Estado”. As cenas externas, com clips levados ao ar no horário nobre das televisões, seriam rodadas no Araguaia.

Finalmente, uma Comissão de Cães Mortos ou Desaparecidos seria criada, cujos integrantes também viajariam para o Araguaia, acompanhados por experts estrangeiros, em busca das ossadas de Coroa que, se encontradas, seriam levadas para a Unicamp. Os recursos financeiros para tudo isso não seriam problema. Aliás, essa tarefa poderia ser encampada,agora em 2014, pela © Omissão da Verdade que, evidentemente, encontraria uma forma de culpar a repressão pela morte da Coroa...


Por: Carlos I. S. Azambuja é Historiador.  - Publicado no Blog Alerta Total

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Comunismo e cara-de-pau



Passou praticamente  despercebido do noticiário da semana passada a decisão da direção da Câmara Federal de revogar uma resolução dela própria, de 1948, em que cassou o mandato de 14 deputados do Partido Comunista. A cassação fora baseada em sentença do Tribunal Superior Eleitoral, confirmada pelo Supremo, porque baseada na Constituição.
 
Conhecida como constituição liberal, ela vedava, no entanto o Partido Comunista, porque ele não aceitava a pluralidade de partidos, nem a liberdade, nem a democracia nos países em que estava no poder. Recuperaram os mandatos, entre outros, o escritor Jorge Amado, o mentor da guerrilha do Araguaia, João Amazonas e o autor do Manual da Guerrilha Urbana, Carlos Marighella – todos agora mortos. O Senado, por sua vez, devolveu o mandato a Luís Carlos Prestes que, patrocinado por Moscou, tentou tomar o governo em 1935, num levante que matou 32 militares, a maioria enquanto dormia no quartel da Praia Vermelha. [felizmente todos esses traidores estão mortos e os diplomas que provavelmente foram expedidos devolvendo os cargos, corretamente cassados,  poderão ser usados  para aumentar, ainda que minimamente, o calor do inferno onde pagam seus pecados.]

A líder do Partido Comunista do Brasil, a gaúcha Manuela d`Ávila, num discurso patético, disse que demorou o reconhecimento da injustiça feita contra quem lutou pela democracia e pelos direitos humanos. Ela deve julgar que todos sofrem de alienação mental. Quem mais oprimiu a democracia e os direitos humanos no planeta, no século XX foi o Partido Comunista. Onde tomou o poder, a partir de 1917, suprimiu todos os direitos e impôs ditaduras cruéis, torturadoras, sangüinárias, de que hoje ainda temos resquícios, em Cuba e na Coréia do Norte. Foi o Partido Comunista que baixou uma cortina de ferro sobre parte da Alemanha, sobre a Polônia, a Hungria e tantas outras infelizes nações da Europa e Ásia.

Foi a maior praga do século XX, afetando a vida de milhões de habitantes de países que ficaram sob seu jugo, e de outros milhões em que os comunistas tentaram tomar o poder pela força das armas, como no Brasil, por duas vezes. O terror comunista matou mais que o nazismo de Hitler – com quem  aliás, Stálin fez acordo para massacrar a Polônia. Calcula-se que os assassinatos genocidas praticados por ditadores comunistas na Europa e Ásia chegam a 100 milhões. O holocausto de Hitler matou 6 milhões de judeus.

Escapamos da ditadura comunista graças à incompetência monumental de Prestes e seus companheiros, na tentativa de golpe em 1935. Moscou, que pagava tudo e mantinha observadores em torno de Prestes, como Olga Benário, ficava atônita com os erros dos comunistas brasileiros, como pesquisou em arquivos soviéticos William Waack para o livro “Camaradas”. Mesmo assim, quando Prestes foi a Moscou no início de 1964, obteve de novo a promessa de auxílio político e militar. Em troca, garantia que “uma vez a cavaleiro do aparelho de estado, converter rapidamente, a exemplo da Cuba de Fidel, a revolução nacional-democrática em socialista.” Isso é História, que relembro agora porque muita gente, com a maior cara-de-pau vem nos falar de democracia e de direitos humanos dos comunistas. 

MAIS UMA TENTATIVA DE QUERER MUDAR A HISTÓRIA.
JÁ, JÁ, ELES CONSEGUEM PÔR ISTO TUDO NOS LIVROS, PARA ENSINAR ESSA MENTIRA TODA PARA OS NOSSOS JOVENS.
AOS POUCOS ELES ESTÃO CONSEGUINDO
.

Fonte: Alexandre Garcia – A Verdade Sufocada
 

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